links úteis | mapa do site   |   indique-nos   |   fale conosco
voltar a página inicial
Tim11 96348-8669
11 2228-0056
Vivo 11 94174-3164

SINAIS E SINTOMAS

ÁLCOOL

 

ANFETAMINAS

 

ANSIOLÍTICOS

 

COCAÍNA / CRACK

 

ECSTASY

 

INALANTES

 

LSD

 

MACONHA

 

OPIÁCEOS

 

• ÁLCOOL

O álcool é uma das poucas drogas que têm o consentimento da sociedade para a sua utilização, o que facilita a sua aquisição e o uso indiscriminado em qualquer faixa da população. Só é visto como um problema, quando é utilizado de forma exacerbada. Os efeitos causados pelo álcool incluem duas fases: uma estimulante e outra depressora. Na fase estimulante surgem a euforia, desinibição social e facilidade para falar em público. Os efeitos depressores se traduzem por falta de coordenação motora, sonolência e descontrole. O efeito depressor é acentuado pelo consumo excessivo do álcool, podendo levar ao estado de coma. Ele age diretamente em órgãos como fígado, coração, vasos, e parede de estômago, e seu uso prolongado pode desencadear patologias em cada um deles. O alcoolismo é uma doença muito comum, e é o conjunto de problemas relacionados ao consumo excessivo e prolongado do álcool; é entendido como o vício de ingestão excessiva e regular de bebidas alcoólicas, e todas as conseqüências decorrentes. O alcoolismo é, portanto, um conjunto de diagnósticos. Dentro do alcoolismo existe a dependência, a abstinência, o abuso (uso excessivo, porém não continuado), intoxicação por álcool (embriaguez). Síndromes amnéstica (perdas restritas de memória), demencial, alucinatória, delirante, de humor. Distúrbios de ansiedade, sexuais, do sono e distúrbios inespecíficos. Por fim o delirium tremens, que pode ser fatal. 

O principal agente do álcool é o etanol (álcool etílico). Apesar de o álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, este é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento. Quando consumido em excesso, o álcool é visto como um problema de saúde, pois este excesso está inteiramente ligado à acidentes de trânsito e à violência. 

Os efeitos do álcool são percebidos em dois períodos, um que estimula e outro que deprime. No primeiro período pode ocorrer euforia e desinibição. Já no segundo momento ocorre descontrole, falta de coordenação motora e sono. Os efeitos agudos do consumo do álcool são sentidos em órgãos como o fígado, coração, vasos e estômago. 

Em caso de suspensão do consumo, pode ocorrer também a síndrome da abstinência, caracterizada por confusão mental, visões, ansiedade, tremores e convulsões.

A tolerância e a dependência ao álcool são dois eventos distintos e indissociáveis. A tolerância é a necessidade de doses maiores de álcool para a manutenção do efeito de embriaguez obtido nas primeiras doses. Se no começo uma dose de uísque era suficiente para uma leve sensação de tranqüilidade, depois de algumas semanas são necessárias duas doses para o mesmo efeito. Nessa situação se diz que o indivíduo está desenvolvendo tolerância ao álcool. Normalmente, à medida que se eleva a dose da bebida alcoólica para se contornar a tolerância, ela volta em doses cada vez mais altas. Aos poucos, cinco doses de uísque podem se tornar inócuas para o indivíduo que antes se embriagava com uma dose. O critério não é a ausência ou presença de embriaguez, mas a perda relativa do efeito da bebida. A tolerância ocorre antes da dependência. Os primeiros indícios de tolerância não significam, necessariamente, dependência, mas é o sinal claro de que a dependência não está longe. A dependência é simultânea à tolerância. A dependência será tanto mais intensa quanto mais intenso for o grau de tolerância ao álcool. Dizemos que a pessoa tornou-se dependente do álcool quando ela não tem mais forças por si própria de interromper ou diminuir o uso do álcool.

A identificação precoce do alcoolismo geralmente é prejudicada pela negação dos pacientes quanto a sua condição de alcoólatras. As manifestações corporais costumam começar por vômitos pela manhã, dores abdominais, diarréia, gastrites, aumento do tamanho do fígado. Pequenos acidentes que provocam contusões, e outros tipos de ferimentos se tornam mais freqüentes, bem como esquecimentos mais intensos do que os lapsos que ocorrem naturalmente com qualquer um, envolvendo obrigações e deveres sociais e trabalhistas. A susceptibilidade a infecções aumenta e dependendo da predisposição de cada um, podem surgir crises convulsivas. Nos casos de dúvidas quanto ao diagnóstico, deve-se sempre avaliar incidências familiares de alcoolismo porque se sabe que a carga genética predispõe ao alcoolismo. É muito mais comum do que se imagina a coexistência de alcoolismo com outros problemas psiquiátricos prévios ou mesmo precipitante. Os transtornos de ansiedade, depressão e insônia podem levar ao alcoolismo. 

O alcoolismo, essencialmente, é o desejo incontrolável de consumir bebidas alcoólicas numa quantidade prejudicial ao bebedor. 
Diversos são os problemas causados pela bebida alcoólica pesada e prolongada. 

Sistema Nervoso - Amnésias nos períodos de embriaguez 

Sistema Gastrintestinal - Grande quantidade de álcool ingerida de uma vez pode levar a inflamação no esôfago e estômago o que pode levar a sangramentos além de enjôo, vômitos e perda de peso. Pancreatites agudas e crônicas são comuns nos alcoólatras constituindo-se uma emergência à parte. A cirrose hepática é um dos problemas mais falados dos alcoólatras; é um problema irreversível e incompatível com a vida, levando o alcoólatra lentamente à morte. 

Câncer - Os alcoólatras estão 10 vezes mais sujeitos a qualquer forma de câncer que a população em geral. 

Sistema Cardiovascular - Doses elevadas por longos periodos provocam lesões no coração provocando arritmias e outros problemas como trombose derrames conseqüentes. É relativamente comum a ocorrência de um acidente vascular cerebral após a ingestão de grande quantidade de bebida. 

A taxa de recaída (voltar a beber depois de ter se tornado dependente e parado com o uso de álcool) é muito alta: aproximadamente 90% dos alcoólatras voltam a beber nos 4 anos seguintes a interrupção, quando nenhum tratamento é feito. O dependente que consiga manter-se longe do primeiro gole terá mais chances de contornar a recaída.

A pessoa que abusa de álcool não é necessariamente alcoólatra, ou seja, dependente e faz uso continuado. O critério de abuso existe para caracterizar as pessoas que eventualmente, mas recorrentemente têm problemas por causa dos exagerados consumos de álcool em curtos períodos de tempo.

Critérios para se fazer o diagnóstico de abuso de álcool, é preciso que o paciente esteja tendo problemas com álcool durante pelo menos 12 meses e ter pelo menos uma das seguintes situações: 

a) prejuízos significativos no trabalho, escola ou família como faltas ou negligências nos cuidados com os filhos. 

b) exposição a situações potencialmente perigosas como dirigir ou manipular máquinas perigosas embriagado. 

c) problemas legais como desacato a autoridades ou superiores. 
d) persistência no uso de álcool apesar do apelo das pessoas próximas em que se interrompa o uso.

voltar ao topo

 

 

 

• ANFETAMINAS

As anfetaminas são drogas estimulantes, que provocam o aumento da atividade cerebral, apresentando efeitos inibidores da fadiga, ou seja, a pessoa anda mais, corre mais, não tem necessidade de sono, fala mais, come em menor quantidade, etc. Os efeitos agudos são euforia, aumento da vigilância e da atividade motora, melhora do desempenho atlético, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento da pressão arterial e da temperatura do corpo, o que pode levar a convulsões. Os efeitos produzidos pelo uso prolongado são intensa perda de peso, hipertensão, agressividade, irritabilidade, sentimentos persecutórios, tremores, respiração rápida, desorganização do pensamento, e repetição compulsiva de atividades. Em pouco tempo, o organismo passa a ser tolerante à substância, exigindo doses cada vez maiores.

São consideradas drogas psicotrópicas, por causar um estado de grande excitação e sensação de poder, dependendo da dosagem. As anfetaminas provocam dependência física e psíquica, o uso freqüente pode ocasionar tolerância à droga e diante da suspensão poderá ocorrer também a síndrome de abstinência.

As anfetaminas são facilmente encontradas em farmácias e usadas principalmente em regimes de emagrecimento e como estimulante, pois inibe a fome e proporciona euforia, maior resistência e melhor concentração, porém as farmácias são obrigadas a vendê-las sob prescrição médica.

voltar ao topo

 

 

 

• ANSIOLÍTICOS 

Os ansiolíticos, também chamados tranqüilizantes, são medicamentos capazes de atuar no sistema nervoso sobre o estado de ansiedade e a tensão, trazendo ao indivíduo uma sensação de calma tranqüilizadora. 
São medicamentos prescritos a pessoas que sofrem de ansiedade ou insônia. Porém, muitas pessoas utilizam os ansiolíticos de forma indiscriminada e inadequada, sempre que pensam enfrentar uma situação que gera ansiedade. 

Outro grande problema, é a mistura de ansiolíticos benzodiazepínicos (o tipo mais comum) com bebida alcoólica, que pode levar o indivíduo a graves problemas médicos, pois o álcool é um depressor do sistema nervoso central e potencializa os efeitos dos ansiolíticos.

Em longo prazo, a utilização inadequada dos ansiolíticos traz prejuízos nos processos de aprendizagem e memória do indivíduo, e nas funções psicomotoras.

As intoxicações agudas por benzodiazepínicos são encontradas com alguma freqüência nas salas de emergência. A sedação é o achado mais comum, mas pode haver casos de desibinição comportamental, com agressividade e hostilidade. Tal efeito é mais comum quando os benzodiazepínicos são usados combinados com o álcool.

Para pessoas que têm doenças psiquiátricas, como as depressões e os distúrbios de ansiedade, estas drogas são extremamente importantes, pois o tratamento adequado atenua o mal-estar e permite que o indivíduo leve uma vida normal. No entanto, só um médico é capaz de identificar quem deve usar e em que dosagem. Como o próprio nome indica, os antidepressivos aliviam a ansiedade e a tensão mental, mas causam danos à memória, diminuição dos reflexos e da função cardiorrespiratória, sonolência e alterações na capacidade de juízo e raciocínio. A conduta do usuário é muito parecida com a do dependente alcoólico. Em pouco tempo, estas drogas causam dependência, confusão, irritabilidade e sérias perturbações mentais.

voltar ao topo

 

 

 

• COCAÍNA / CRACK 
A cocaína é uma substância capaz de estimular o sistema nervoso central, causando aceleração do pensamento, inquietação psicomotora, aumento do estado de alerta, inibição do apetite, perda do medo e sensação de poder. No entanto, as sensações agradáveis por ela proporcionada duram curto período de tempo, e após seus efeitos, a pessoa pode ser levada a um estado de depressão, necessitando de outras doses da droga para ter a sensação que está saindo deste estado. Um dos principais efeitos da intoxicação aguda por cocaína é a sensação de prazer descrita muitas vezes como euforia. O crack é resultante da mistura de cocaína, bicarbonato de sódio ou amônia e água destilada, resultando em grãos que são fumados em cachimbos. O uso contínuo dessas substancias pode levar a sérias complicações cardiovasculares, respiratórios, gastrointestinais, perda da capacidade sexual, entre outros. Quanto aos problemas psicológicos causados pelo uso em longo prazo, estão a depressão, ansiedade, irritabilidade, agressividade, dificuldades de concentração, e sentimentos de perseguição (paranóia). Fisicamente, a inalação deixa lesões graves no nariz e a injeção deixa marcas de picada e o risco de contaminação por outras doenças (por ex. AIDS). Quando a dependência se estabelece, o indivíduo limita o seu comportamento apenas para a busca e a utilização da droga, pondo de lado todas as outras atividades.

As principais vias de administração da cocaína são: inalada, injetável e fumada (na forma de crack). 

Alguns efeitos agudos do uso dessa substância:
1) euforia que freqüentemente evolui para disforia (mudança repentina e transitória do estado de ânimo);
2) sensação de energia aumentada;
3) sensação de melhor funcionamento;
4) aumento das percepções sensoriais (sexuais, auditivas, táteis e visuais);
5) diminuição do apetite;
6) aumento de ansiedade e suspeição;
7) diminuição da necessidade de sono;
8) diminuição do cansaço e fadiga;
9) aumento da auto confiança, egocentrismo;
10) delírios persecutórios;
11) tonturas, tremor, hiperreflexia, febre, midríase (dilatação da pupila), sudorese, taquipnéia (ritmo respiratório acelerado), taquicardia (ritmo cardíaco acelerado), hipertensão;

Efeitos Patológicos do Uso Crônico 
1) ao aumento da sensibilidade e potencialização da atividade motora com reações exageradas ao susto;
2) discinesia (aumento da atividade motora);
3) taquicardia;
4) hipertensão;
5) vaso constrição da artéria coronariana com diminuição do fluxo sanguíneo, gerando um aumento da incidência de isquemias durante a abstinência;
6) arritmia;
7) miocardite ou cardiomiopatia relacionada à catecolamina;
8) diminuição do limiar convulsivo, facilitando então o surgimento de convulsões;
9) vasoconstricção cerebral com aumento de Acidente Vascular Cerebral;
10) tosse crônica com secreção preta especialmente para os usuários de estimulantes fumados (crack);
11) edema pulmonar;
12) pneumonia granulomatosa com hipertensão pulmonar;
13) "pulmão de crack" (dor torácica e infiltrado alveolar difuso);
14) inflamação e atrofia da mucosa nasal;
15) sinusite crônica;
16) necrose e até perfuração do septo nasal;
17) ulceração de gengiva devido a aplicação de cocaína oral;
18) placenta prévia, quando usada durante a gravidez;
19) aborto espontâneo;
20) sofrimento fetal;

A cocaína também pode induzir ataques de pânico, inclusive desencadear a Síndrome do Pânico que persiste mesmo após a interrupção do uso da droga. A fissura (desejo de repetir o prazer experimentado), juntamente com os sintomas depressivos de abstinência da droga podem levar ao uso repetido e compulsivo da cocaína. A cocaína é também conhecida por piorar a sintomatologia depressiva preexistente, podendo produzir também uma síndrome psicótica caracterizada por paranóia, ansiedade, padrão estereotipado compulsivo de comportamento e alucinações vívidas: visuais, auditivas ou táteis. Observa-se ainda que usuários crônicos tender a associar a cocaína com drogas sedativas como álcool para evitar efeitos estimulantes desagradáveis.

 

Quanto à esfera social/interpessoal podemos destacar:
• maior risco de acidentes devido ao prejuízo no julgamento e hiperatividade,
• maior risco de infecções devido ao uso IV,
• maior risco de disseminação de DST
• atividades criminais,
• negligência com os filhos,
• perda da estrutura familiar,

• perda do produtividade no trabalho.

voltar ao topo

 

 

 

• ECSTASY

É uma substância inicialmente utilizada como moderador de apetite, porém atualmente é extensamente usada por pessoas que freqüentam festas e em casas noturnas, e tem a forma de um comprimido. Seus efeitos agudos compreendem intensa hipertermia, podendo ir acima de 40 graus centígrados (o que pode levar a desidratação), taquicardia e elevação da pressão arterial, alucinações, secura da boca, aumento da atividade física transpiração, câimbras ou dores musculares e insônia. Os efeitos causados pelo seu uso a longo prazo são hepatopatias, cardiopatias, emagrecimento, transtornos psiquiátricos e lesão cerebral.

É consumido injetado, inalado, e por via oral. Apresenta-se em forma de pastilhas, comprimidos, barras, cápsulas ou pó.

Quanto aos efeitos psíquicos, o ecstasy ocasiona sensação de intimidade e de proximidade com outras pessoas, aumento da comunicação, da sensualidade, euforia, despreocupação, autoconfiança e perda da noção de espaço. Em longo prazo podem ocorrer alguns efeitos tais como lesões celulares irreversíveis, depressão, paranóia, alucinação, despersonalização, ataques de pânico, perda do autocontrole, impulsividade, dificuldade de memória e de tomar decisões

volta ao topo

 


 

INALANTES 

Os inalantes são substâncias aspiradas pelo nariz ou pela boca que podem ser produzidas a partir de diferentes princípios ativos que induzem o organismo a produzir modificações alucinógenas e depressoras. Para a produção dessas substâncias são utilizados solventes juntamente com aerossóis, gasolina, colas, esmaltes, tintas, acetonas, éter, ambientadores, vernizes, fluído de isqueiro, spray para cabelos e muitos outros. 

Com o intuito de obter excitação e euforia as pessoas utilizam os inalantes. Esses, também podem gerar efeitos inesperados e indesejáveis de diferentes formas, já que sua composição é bastante variada. Em geral, provocam agressividade, sonolência, confusão, perda do autocontrole, impulsividade, inquietação, perda da coordenação motora, vertigem, distorção do tempo e das cores, fraqueza muscular, tremores, delírios, podendo, em alguns casos, ocorrer paralisia dos nervos cranianos e periféricos, perda de consciência, lesão cardíaca e no fígado, coma, convulsões e outros. 

Os inalantes são substâncias que promovem a dependência de quem os utiliza, bem como a síndrome da abstinência que normalmente dura dois meses. A síndrome pode ser caracterizada pelos efeitos que ocorre, como ansiedade, depressão, agitação, perda de apetite, irritação, agressividade, náuseas, tremores e tonturas. Após a conscientização do usuário sobre o seu problema, esse deve procurar auxílio médico para que o melhor procedimento para a recuperação seja realizado. Existem vários tipos de tratamento para o usuário de inalantes, mas esses tratamentos devem ser aplicados por profissionais especializados na área.

Lança-perfume é um solvente que combina éter, clorofórmio, cloreto de etila e uma essência perfumada. É encontrado na forma líquida, embalado em tubos sob pressão e dessa forma, podendo ser inalado.

O efeito da droga é bem rápido variando de segundos a minutos no máximo e isso leva o usuário a inalar várias vezes consecutivas. Causa euforia, animação, excitação, tontura, perturbações auditivas e visuais, depressão do cérebro, confusão, desorientação, voz pastosa, visão embaraçada, perda de autocontrole, dor de cabeça, palidez, incoordenação ocular e motora, processos alucinatórios, surtos, convulsões, parada cardíaca e respiratória e óbito. 

Mesmo seu uso mínimo é perigoso, pois sensibiliza o coração à adrenalina que faz os batimentos cardíacos aumentarem consideravelmente podendo provocar síncope cardíaca.

voltar ao topo

 

 

LSD 

O LSD, também conhecido como “ácido”, é uma substância sintética, ou seja, produzida em laboratório, capaz de provocar grandes alterações mentais, causando fortes efeitos alucinógenos no indivíduo. As alucinações, em sua maioria, ocorrem na área visual ou auditiva. Estados de intensa euforia podem ser intercalados com sentimentos de medo e tristeza, além da presença de sentimentos persecutórios. Os efeitos agudos do uso do LSD são pupilas dilatadas, aumento da temperatura corporal e da pressão arterial, taquicardia, sudorese, perda de apetite, ins6onia, boca seca, tremores, alteração na percepção temporo-espacial e corporal, despersonalização, sinestesia (mistura de informações sensoriais, como “ouvir uma cor”, “ver um som”). Já os efeitos crônicos se traduzem por fadiga, tensão, transtornos psiquiátricos se houver predisposição, “flashbacks” (fenômeno de causa desconhecida, mas que leva o usuário a apresentar todos os sintomas psíquicos de uma experiência anterior, mesmo sem ter utilizado a droga novamente), incapacidade de perceber e avaliar situações de risco. O LSD, acrônimo de dietilamida ácido lisérgico, produz grandes alterações no cérebro, atuando diretamente sobre o sistema nervoso e provocando fenômenos psíquicos, como alucinações, delírios e ilusões. É uma substância sintética, produzida em laboratório, que adquiriu popularidade na década de 60, quando não era vista como algo prejudicial à saúde. 

Pode ser consumida por via oral, injeção ou inalação, e se apresenta em forma de barras, cápsulas, tiras de gelatina e líquida; seus efeitos duram de oito a doze horas. 

voltar ao topo

 

 

• MACONHA

A maconha, nome popular da Cannabis sativa, é uma planta que produz mas de 400 substâncias químicas, entre elas, o THC (tetrahidrocanabidol). Inicialmente, o usuário tem a sensação de maior consciência e desinibição. Ele começa a falar demais, rir sem motivo e ter acessos de euforia. Porém, ele pode perder a noção de espaço (os ambientes parecem maiores ou menores) e a memória recente, além de apresentar um aumento considerável do apetite (“larica”). A maconha costuma afetar consideravelmente os olhos, que ficam vermelhos e injetados. Com o tempo, pode causar conjuntivite, bronquite e dependência. Em excesso, pode produzir efeitos paranóicos e pode ativar episódios esquizofrênicos em pacientes psicóticos.

Efeitos agudos:
1. Despersonalização
2. Desrealização
3. Ilusões (visuais/auditivas) transitórias 
4. Excitação psicomotora, euforia
5. Irritabilidade
6. Aumento da sensibilidade aos estímulos sensoriais, maior percepção de cores, sons, texturas, paladar, apetite
7. Boca seca
8. Tosse
9. Percepção do tempo mais lenta
10. Aumento da capacidade de introspecção
11. Aumento da capacidade de ser absorvido por sensações de conteúdo sensual, aumento do desejo sexual
12. Sensação de relaxamento, flutuar
13. Aumento da auto confiança
14. Comprometimento da memória recente
15. Comprometimento motor
16. Conjuntivite, pupilas dilatadas
17. Taquicardia
18. Alteração da pressão arterial (hipotensão ortostática)

Efeitos Crônicos
1. Células e sistema imunológicos - Comprometimento da imunidade, aumento de infecções bacterianas e virais, carcinogênese, mutação celular.
2. Sistema cardiovascular - Pacientes com história de angina podem evoluir com precordialgia devido ao aumento da demanda do miocardio e pela taquicardia. Maior risco de hipertensão arterial, doença cérebro vascular ou coronariana como conseqüência da taquicardia e aumento da pressão arterial
3. Sistema reprodutor - Diminuição da testosterona e da produção de esperma, desorganização do ciclo ovulatório. Uso na gravidez: hipóxia fetal, comprometimento do desenvolvimento fetal, baixo peso ao nascimento.
4. Sistema respiratório - Fenômenos irritativos dos epitélios dos brônquios e nasofaringe
Bronquite crônica, câncer pulmonar, faringite, sinusite
5. Efeitos no desenvolvimento e adolescência - Estreitamento do repertório social e interacional. Abertura para o uso de outras drogas (primeiro uso de drogas lícitas – álcool e tabaco, passando para canabis, cocaína e alucinógenos)

Piora do desempenho escolar
Pior taxa de desemprego na vida adulta.

voltar ao topo

 

 

• OPIÁCEOS

Essas são drogas derivadas do ópio, podendo ser opiáceos naturais (como a morfina e a codeína) ou semi-sintéticos (como a heroína, que é uma substância alterada da morfina). Os opiáceos são drogas sedativas, que induzem o sono, e analgésicas, sendo assim, muito utilizadas para tratamento médico. Porém os opiáceos têm um alto poder de causar dependência, e seu uso indevido leva a efeitos agudos como euforia, intensa sensação de prazer, distanciamento da realidade, chegando a sentimentos de mal-estar, irritabilidade, depressão, miose (contração da pupila), sonolência excessiva, inconsciência, bradicardia, depressão respiratória, convulsões, coma e morte. Os sintomas de abstinência se apresentam muito intensos, sendo necessária a internação do indivíduo. O uso prolongado dos opiáceos levam a um aumento da tolerância e conseqüente dependência, prisão de ventre crônica, problemas digestivos, dificuldades visuais devido a miose, e total distanciamento da realidade. 

Instalada a dependência, o organismo apresenta forte tolerância, obrigando o usuário a aumentar as doses. A superdosagem pode resultar em coma e morte por insuficiência respiratória. Produzem euforia e bem estar, mas a suas ações necessitam de doses cada vez maiores para manter o mesmo nível - fenômeno de tolerância.

A heroína é consumida pela injeção intravenosa com agulha. Esta forma de consumo leva a uma rápida subida das concentrações sanguínea, e resulta numa ação inicial muito mais forte de satisfação intensa, seguida de um platô de ação mais moderada e cada vez mais fraca.

O consumo de heroína leva à dependência física e psicológica. 

A dependência física caracteriza-se por tremores, ereção dos pêlos, suores abundantes, lacrimejamento, rinorreia (nariz escorrendo), respiração rápida, temperatura elevada, ansiedade, falta de apetite, dores musculares, hostilidade, vômitos e diarréia. Um sinal importante é a miose, já que não ocorre com outras drogas (é muito mais freqüente é a dilatação -midríase).

A dependência psicológica é subjetiva e é devido à memória do prazer sentido em administrações passadas, e caracteriza-se por um desejo forte, por vezes violento, de consumir a droga.

voltar ao topo

 
Unidades 24 horas
 
 

Tratamentos
Metodologia
Especializações
Programas terapêuticos
Serviços de remoção
Tratamento voluntário
Tratamento Involuntário
Links importantes
Enxoval e Vestuário
O que é Dependência química

Tipos de drogas

remoção e resgate fale conosco nossa equipe somos especialistas
 
Desenvolvimento: Proposta Digital
 
- Internação para dependentes químicos, clinica para dependência química, tratamentos e clínicas para recuperação e reabilitção